terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Iron Maiden: nada de Kiss ou Guns, só Metal no restaurante



Hart Baur do MiamiHerald.com recentemente entrevistou Nicko McBrain (IRON MAIDEN) sobre o restaurante que o baterista acaba de abrir em Coral Srings, Flórida, o Rock N Roll Ribs. Algumas perguntas extraídas da entrevista seguem abaixo.

MiamiHerald.com: Isso começou com vocês cozinhando no quintal?

McBrain: "Rick Baum [amigo próximo de Nicko, guitarrista e dono de restaurante] e eu costumávamos fazer costeletas todo o tempo. Rick sempre fez as melhores costeletas e eu sempre tentei descobrir como ele as fazia, mas ele manteve segredo por vários anos. Então finalmente ele me disse como as fazia, e eu as preparei junto com ele. Eu adicionei alguns ingredientes ingleses e elas ficaram tão boas que nossos amigos disseram que nós deveríamos abrir um restaurante. Nós olhamos um para o outro e pensamos, até que não é uma má idéia! Rock N Roll Ribs!"

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MiamiHerald.com: Como é que a idéia avançou?

McBrain: "Durante anos nós gradualmente ajeitamos as coisas. Rick procurou na vizinhança e nós achamos este maravilhoso estabelecimento - é bem pequeno e se adapta à nós pois não queremos nada muito grande. Nós apenas queremos ter tantas pessoas quanto possível interessadas em apreciar nossa comida."

MiamiHerald.com: Compare tocar com o Iron Maiden e ser dono de um restaurante.

McBrain: "É difícil. Você sabe, tocar bateria com o Iron Maiden durante duas horas por noite é uma esticada. Mas aqui quando eu vou pra casa no final do dia depois de estar quase 12 horas no restaurante, eu estou completamente exausto."

MiamiHerald.com: Aproveitando a experiência?

McBrain: "Eu estou realmente aproveitando pois estou conhecendo um monte de gente, e não são somente fãs do Iron Maiden. É gente da vizinhança, e nós tivemos um cara que veio de Melbourne outro dia. É uma viagem bem longa."

"O ambiente de um restaurante é muito importante. Você não vai ouvir BARRY MANILOW aqui; você não vai ouvir ROD STEWART, Kiss ou GUNS N' ROSES, desculpem-me garotos e garotas. Tudo que você vai ouvir é clássico e maravilhoso metal."

Leia a matéria completa (em inglês) no MiamiHerald.com.

Rock 'N' Roll Ribs
4651 State Rd. 7 (US441)
Coral Springs, FL 33073
954-346-RIBZ (7429)
info@rocknrollribs.com
http://www.rocknrollribs.com

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

.:: Thiago Grogia: morre baixista do Reviolence e Di Lallo Band ::.

O rock/metal nacional acaba de perder um grande músico e batalhador: Thiago Grogia (ex-baixista das bandas REVIOLENCE, HAWKANA e atualmente DI LALLO AND BAND).

O baixista, que começou a descobrir o rock/metal aos 13 anos através de bandas como Skid Row e Metallica, ganhou seu primeiro instrumento aos 14, quando formou a banda Killer Hawk (Metallica Cover), que posteriormente foi alterada para Hawkana, já que a intenção era tocar covers de Savatage e Iced Earth.

Estudou também no IBT - Instituto de Baixo e Tecnologia, com o renomado baixista Fábio Zaganin, onde aprofundou seus estudos.

Em 2003, entrou para a banda Reviolence e participou da gravação do EP “In Peaces”.

Em 2008 foi convidado por Di Lallo à ocupar o posto de baixista do trio de rock instrumental Di Lallo & Band, participando da gravação do álbum "Dream Interpretation", lançado em 2009 pela Freemind Records.

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- É Thiagão, você infelizmente nos deixou. Mas garanto que suas atitudes e seus acordes sempre serão lembrados por todos nós. Mesmo não presente fisicamente, estará sempre ao nosso lado nos ensaios e shows. Agradeço por ter participado da minha vida pessoal e musical intensamente. (Di Lallo e Adriano Bazzoli - Guitarrista e Baterista da Di Lallo & Band)

- Difícil expressar esse sentimento de dor que todos estamos sentindo. Amigo de todas as horas, um verdadeiro irmão. Mas sou um ser privilegiado de poder tê-lo ao meu lado por todos esses longos anos. Lutamos, choramos, rimos. Sua falta será enorme, mas não maior que a lição de vida que nos deixou... amo vc meu irmão. Que esteja ao lado de sua mãe e que possa descansar em paz. (Ricardo Santiago - Guitarrista - Hawkana)

Mensagens de apoio à família podem ser enviadas para dilalloandband@gmail.com
+1979 - 2009+

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

.:: Massacration: capa do novo álbum, "Good Blood Headbangers" ::.


Através de seu blog, o MASSACRATION revelou a capa de seu novo álbum, "Good Blood Headbangers", e a data de lançamento: 10 de outubro.

Além disso, a banda mostra em seu MySpace o vídeo da faixa "Mummy" da apresentação no VMB 2009 e a inédita "Anal Weapon War", que não foi registrada em nenhum disco oficial.

domingo, 4 de outubro de 2009

.:: Rhapsody of Fire: “O Rhapsody of Fire ainda está vivo!” ::.



O baterista Alex Holzwarth do RHAPSODY OF FIRE, recentemente concedeu uma entrevista na qual falou sobre a situação atual da banda e também comentou sobre o final do seu projeto SIEGES EVEN, juntamente com seu irmão Oliver Holzwarth (ex- BLIND GUARDIAN).

Já faz um bom tempo que os fãs não recebem nenhuma notícia sobre o Rhapsody OF FIRE. No site oficial a banda escreveu somente que estará fora de atividade por tempo indeterminado.

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Você pode nos dar alguma nova informação sobre a situação?

Holzwarth: “Sinto muito, mas até o momento não posso te contar nenhuma novidade.

Mas a banda ainda existe?”

Holzwarth: “Sim, com certeza. O Rhapsody OF FIRE ainda está vivo!”

O que você pensa sobre o futuro próximo da banda?

Holzwarth: “Com certeza espero que possamos em breve fazer músicas e sair em turnê.”

Enquanto o Rhapsody OF FIRE está fora de atividades, o guitarrista Luca Turilli planeja um novo álbum solo? Talvez com você assumindo a bateria?

Holzwarth: “Eu realmente sinto muito mas também não posso te dizer nada sobre isso. Espero que você e os fãs entendam.”

Ok, então vamos conversar sobre outra coisa. Recentemente você trabalhou com o Tobias Sammet no novo álbum do Avantasia.
Como surgiu essa parceria?

Holzwarth: “Sempre tive contato com o Tobias e um dia eu me ofereci, caso ele precisasse de um baterista para o AVANTASIA. Um dia ele me ligou e uma vez que eu possuo tempo livre devido ao “descanso” do Rhapsody, eu concordei. A parceria é ótima e muito divertida.”

Existe uma diferença quanto ao trabalho em equipe com o AVANTASIA, em comparação com Rhapsody OF FIRE?

Holzwarth: “Sim! O conceito musical do AVANTASIA, é diferente em comparação ao Rhapsody OF FIRE. O Tobias me proporciona mais espaço para eu inserir minhas idéias. A música pode “respirar” se é que você me entende. As músicas do Rhapsody OF FIRE são mais planejadas intelectualmente e analisadas detalhadamente. É um outro tipo de música e temos que levar em instrumentos diferentes, que precisam de arranjos trabalhados. Mas não me entenda mal - eu também tenho a oportunidade de opinar sobre as composições do Rhapsody, porém de uma forma diferente.”

Ao ouvir todos os álbuns em que você toca bateria, percebe-se que você toca estilos bem diferentes. No Rhapsody OF FIRE é mais rápido e pesado enquanto no SIEGES EVEN é muito mais progressivo e calmo. E no que diz respeito aos "passos" no álbum do SIEGES EVEN seu estilo era mais influenciado pelo jazz.

Holzwarth: “Finalmente alguém mencionou isso [risos]. Sim é verdade. Gosto de tocar em estilos diferentes mas admito que eu prefiro me soltar. No SIEGES EVEN sempre tive que tocar com uma espécie de freio de mão, mas em geral isso é contra a minha natureza.”

Você está envolvido em mais algum projeto além do AVANTASIA?

Holzwarth: “Sim, no momento estou trabalhando com o meu irmão Oliver e com o Uwe Lulis (REBELLION, ex-GRAVE DIGGER) em um outro projeto. Seguimos nossas visões musicais e o trabalho em equipe é ótimo. Já possuímos nove músicas escritas e cada uma delas possui atitude e classe.”

Atualmente o Mike Terrana é o baterista na turnê da TARJA TURUNEN. E o seu irmão Oliver toca baixo. Ele não teve a chance de conseguir nada pra você?

Holzwarth: [risos] “Infelizmente não. Mas o Mike Terrana é um ótimo baterista e estou ansioso para ver a Tarja e os caras em Munique onde eu certamente vou ver o show.”

Enquanto o Rhapsody OF FIRE não grava um novo álbum, você consegue imaginar uma reunião do SIEGES EVEN?

Holzwarth: “Não. É tudo sobre a música e eu reconheci que prefiro tocar mais rápido e pesado. Meus tempos de rock calmo se acabaram. E, como eu disse, estou começando algo novo. Ainda acredito na ‘química da banda’ e nosso time é absolutamente ótimo. Compusemos todas as músicas juntos no estúdio... e não foi de outra forma. Eu posso sobreviver e estou realmente satisfeito com os projetos atuais.”

Por último porém não menos importante: Você gostaria de deixar alguma mensagem para os fãs do Rhapsody OF FIRE e/ou do SIEGES EVEN?

Holzwarth: “Sim, eu gostaria. Par todos os fãs do Rhapsody OF FIRE: eu sei que estamos em um momento difícil mas nossa hora vai chegar! Apenas acreditem em nós e agradecemos sua paciência. E eu gostaria de agradecer todos os fãs do SIEGES EVEN que nos apoiaram durante todos esses anos. Vocês sabem quem são!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

.:: O que todo o mundo estava esperando o novo cd do Megadeth ::.


Nome do Álbum: ENDGAME
Gênero: Rock
Qualidade: 128 Kbps
Ano de Lançamento: 2009
Formato: MP3
Tamanho: 103 Mb
Opições para Download:

MEGAUPLOAD

domingo, 23 de agosto de 2009

.:: Slayer: novo cd faixa-a-faixa de "World Painted Blood" ::.

Phil Freeman, ex-editor-chefe da Metal Edge, teve o prazer de ser um dos críticos que puderam ouvir o novo álbum do Slayer, "World Painted Blood", e fazer uma resenha faixa-a-faixa deste novo material do grupo. Confira abaixo.

"World Painted Blood"
O álbum começa com uma bateria em marcha e algumas falas difíceis de serem entendidas, antes que os riffs sabáticos entrem em cena. Com um minuto as coisas ficam mais rápidas, com as guitarras rítmicas soando mais como James Hetfield no "Death Magnetic" do que o som comum do Slayer. Os vocais roucos de Tom Araya adicionam uma urgência dramática às suas letras de horror. Esta música é espiritualmente familiar ao "South of Heaven", mas mais rápida e mais agressiva, com um riff principal absolutamente matador. Se esta música tem um ponto fraco, talvez seja no seu tamanho (próximo de 6 minutos), além de ter muitas ideias juntas. Apesar disso é um bom início para o álbum.

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"Unit 731"
Um hino super-rápido do tipo que o SLAYER escreveu uma dúzia de vezes antes e irá escrever até eles pendurarem as guitarras. Lombardo continua sendo o mestre das baterias do thrash, e suas baquetas tem um quê de punk-rock neste álbum que faz dele mais fresco. O mix de "World Painted Blood" é realmente surpreendente - não apenas as baterias, mas o espaço dado ao baixo de Araya e o peso das guitarras. O produtor Greg Fidelman deu ao álbum um som bastante similar ao "Death Magnetic" (que ele também produziu), mas sem o trabalho explosivo de masterização. Consequentemente, funciona melhor para eles do que para o Metallica.

"Snuff"
Esta música começa com dois solos de guitarra. Isso é novo. O título já entrega que a letra é sobre os filmes snuff (onde uma pessoa é morta de verdade). Os versos de Araya são bastante planos, como em um canto rítmico, mas ele ainda está em boa forma, soando genuinamente enraivecido e perigoso. Ainda há mais um grupo de solos no meio, e uma união realmente intrínseca das linhas de guitarra no final. Esta é sem dúvidas uma das músicas mais desafiantes do Slayer nos últimos tempos.

"Beauty Through Order"
Temperamental, com um riff e uma estrutura bastante (eu digo bastante) similar à "Eyes of the Insane", do "Christ Illusion". Aquela música deu para eles um Grammy, então não seria surpreendente de ver esta girando novamente a roda, mas é praticamente uma re-gravação. Em torno dos 2 minutos e meio eles mudam e começam a tocar riffs e um solo que parece inspirado em "Reign in Blood" e "Seasons in the Abyss", quando Araya grita "God did not do this", várias vezes. Obviamente eles são o Slayer e sempre serão, mas nesta música parece que eles estão se plagiarizando um pouco demais.

"Hate Worldwide"
A segunda de duas músicas que eles lançaram para os fãs. É uma das músicas mais punk-rock do álbum, bem dura com em torno de 3 minutos, um solo barulhento de cada guitarrista e um refrão gracioso ("Let's spread a little hate worldwide"). O arquétipo do Slayer, em outras palavras, mas sem soar como uma re-gravação.

"Public Display of Dismemberment"
Dave Lombardo toca rápido nesta música. Parecem ser as batidas mais rápidas desde "Silent Scream" do "South of Heaven". As letras são um pouco políticas, o que você não deve perceber pelo título. Quando está na hora do primeiro solo, uma ponte, as coisas ficam mais lentas. O segundo solo é de velocidade máxima. Esta é outra música curta - 2 minutos e meio - e deixará os fãs sem fôlego se/quando for tocada ao vivo.

"Human Strain"
Se essa fosse uma música do CANNIBAL CORPSE, seria sobre alimentar as pessoas em uma espécie de coador, mas o "strain" que eles estão falando é um vírus. Apesar disso, não é uma re-composição de "Epidemic" do "Reign in Blood". É uma música relativamente lenta. Há uma parada legal no meio, com uma recitação falada de Araya com guitarras dissoantes no fundo, e algum canto limpo. Esta, juntamente com "Snuff" e "World Painted Blood", mostram que o Slayer ainda tem um bom espaço para materiais originais.

"Americon"
Outra música política, esta é baseada em um riff que soa como se eles estivessem guardado-o desde as sessões de "Diabolus in Musica". As guitarras vão em pedaladas que fazem eles soarem como o SLIPKNOT, e Lombardo toca com pancadas brutais. É uma música boa o bastante, mas soa menos do que você poderia esperar do Slayer desde "Dead Skin Mask" do "Seasons in the Abyss" (minha música menos favorita do grupo). Não estou fazendo uma comparação direta entre as duas músicas - "Americon" não tem aquele refrão terrível - mas esta música destoa um pouco do resto do álbum.

"Psychopathy Red"
Felizmente, eles vieram de volta com essa explosão punk-rock de puro ódio do Slayer. Esta música poderia se encaixar perfeitamente no "Reign in Blood", e o produtor Fidelman capturou a vibração do ódio cego com perfeição. Os gritos de Araya soam positivamente enlouquecidos. Não é de se imaginar que esta música é uma sensação desde que foi lançada na internet no ano passado.

"Playing with Dolls"
Outra música que alude novamente ao "Christ Illusion", mas esta me lembra da música mais impressionante daquele álbum, "Jihad", então é algo muito bom. O primeiro minuto é lento e arrepiante, mas quando a bateria entra de verdade e as guitarras rítmicas começam a triturar, é uma história completamente diferente. Há alguns efeitos industriais sutis no fundo que adicionam hostilidade e alienação (quando eu digo sutil, digo sutil, não é nada tipo o FEAR FACTORY). E o solo de guitarra parece sair organicamente da música principal, uma raridade para o Slayer.

"Not of This God"
A música final do álbum combina a velocidade e potência de "Unit 731" com uma ponte que explora os sons de "Americon" no estilo SLIPKNOTescos, só que um pouco melhor. É uma música bem moderna do Slayer, combinando suas forças perenes com uma vontade de tentar algo novo, e isso te retira do álbum sem fôlego e com um coquetel de pura agressão que esses caras patentearam.

Veredito Final
Um monte de pessoas disseram que o SLAYER não era tão grande desde o "Seasons in the Abyss". Estas pessoas estão erradas. Os anos de Paul Bostaph tem muito para recomendarmos (o álbum "Diabolus in Musica" é seriamente subestimado), e "Christ Illusion" mostrou que o SLAYER pode experimentar um pouco de dissonância e melodia, e chutar seu próprio estilo de música e composição um nível acima quando eles quiserem. Os membros da banda deram um monte de entrevistas sobre como este álbum foi escrito no estúdio. Escutando ele, você não pode dizer. É realmente impressionante. Muito do "Death Magnetic" do Metallica combinado com o thrash dos seus primeirs anos e o som do hard-rock de 1990. "World Painted Blood" se construiu em cima do sucesso de cada álbum do SLAYER antes dele. Não é um esforço para polir o legado da banda, é um passo no caminho de uma jornada. Altamente recomendado.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

.::Megadeth: disponibilizada mais uma faixa de “Endgame”::.

01. Dialectic Chaos
02. This Day We Fight!
03. 44 Minutes
04. 1,320'
05. Bite The Hand That Feeds
06. Bodies Left Behind
07. Endgame
08. The Hardest Part Of Letting Go... Sealed With A Kiss
09. Headcrusher
10. How the Story Ends
11. The Right To Go Insane

O site da Roadrunner Records disponibilizou mais uma música do novo álbum do Megadeth, “Endgame”, intitulada “1,320”.


Para conferir, acesse este link.

sábado, 15 de agosto de 2009

.:: Dr. Sin faz show de lançamento do seu novo CD em SP ::.

O Dr. Sin acaba de regravar o seu primeiro CD, que agora em nova versão passa a se chamar "Original Sin". Além de contar com músicas conhecidas, como "Emotional Catastrophe", "Scream and Shout" e "You Stole My Heart", o novo disco ainda traz duas músicas inéditas de bônus. A primeira versão do CD leva o nome da banda e foi lançada no festival Hollywood Rock em 1993. "A regravação deste CD foi um presente não só para os fãs, mas também para a banda, que teve a oportunidade de reviver o início da caminhada com o Dr.Sin", afirma Ivan Busic.

O trio se prepara para uma turnê pela Europa e faz o seu último show em São Paulo antes da viagem, outro motivo que fará dessa festa, um momento especial. O Dr. Sin se apresenta no dia 21 de agosto, no Manifesto Bar, em São Paulo.

Para mais informações acesse: www.drsin.com.br

terça-feira, 11 de agosto de 2009

.:: Andreas Kisser: veja primeiro clipe de solo do guitarrista ::.

ANDREAS KISSER acaba de lançar o videoclipe para a faixa "Em Busca do Ouro", que é parte do seu primeiro disco solo "Hubris I & II". O vídeo é uma parceria entre o guitarrista e o cantor ZÉ RAMALHO.